Para Luxemburgo, resultado foi justo

O técnico Wanderley Luxemburgo não gostou da atuação de sua equipe hoje, no empate contra o Santos por 1 a 1, principalmente no primeiro tempo, e definiu como "xoxo" o clássico do Morumbi. "Os meninos, o Gil e o Ewerthon entraram assustados no jogo e os experientes também", comentou o treinador. "Depois, melhoramos no segundo tempo e equilibramos a partida." Luxemburgo considerou justo o resultado, embora lembrando que seu time tenha perdido uma boa oportunidade de gol no segundo tempo, por meio de Paulo Nunes, que errou uma cabeçada. "Se vencêssemos, não seria o mais justo pelo que foi o jogo." O treinador corintiano não admitiu o erro ao escalar Índio na lateral-direita e Rogério no meio-de-campo. Ele alegou que o lateral já tinha participado de várias partidas importantes, como as finais do Brasileiro de 1998 e 1999 e do Mundial de Clubes no ano passado. "O Índio poderia ter feito uma grande partida, mas isso (jogar mal) faz parte do futebol." N Nesta segunda, os atletas estão de folga. Terça-feira, o elenco vai para Serra Negra, onde passará a semana treinando para o segundo jogo com o Santos, no domingo, pelas semifinais do Campeonato Paulista. Luxemburgo deverá fazer pelo menos uma mudança na equipe, a entrada de Pereira no meio-de-campo e a saída de Índio do time. Assim, Rogério voltará para a lateral. O próximo compromisso do Corinthians será na quarta-feira, contra o Flamengo-PI, às 20h30, no Pacaembu, pela Copa do Brasil. O treinador escalará um time reserva, porque o Alvinegro pode, até, perder por seis gols de diferença para conquistar uma vaga nas quartas-de-final da competição. Nesta partida, Müller vai reestrear pela equipe de Parque São Jorge. Conformismo - Os jogadores estavam conformados com o empate após a partida, pois admitiram que o time não teve boa atuação. "Realmente não estávamos acertando no primeiro tempo", resumiu o zagueiro João Carlos. "Poderíamos ter vencido se eu fizesse o gol de cabeça; olhei bem e toquei com consciência, mas a bola acabou saindo", lamentou Paulo Nunes.

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