Marcos Acoverde/AE
Marcos Acoverde/AE

Para Marcos, vitória deu 'força' ao interino Jorginho

'Não sei se a gente convenceu a diretoria, mas demos uma força para ele', explica o goleiro do Palmeiras

VITOR MARQUES, Agencia Estado

16 de julho de 2009 | 00h48

A vitória em cima do Flamengo, nesta quarta-feira, no Maracanã, foi importante por dois aspectos para o Palmeiras. O primeiro é que os três pontos podem resultar na efetivação do técnico interino Jorginho, que alcançou sua terceira vitória seguida à frente da equipe. Além disso, os três pontos fizeram com que o time paulista chegasse à vice-liderança do Brasileiro.

 

Veja também:

linkPalmeiras vence Flamengo no Rio e chega ao 2.º lugar

especial MASCOTES - Baixe o papel de parede do seu time

especial Visite o canal especial do Brasileirão

Brasileirão 2009 - lista Tabela | tabela Classificação

especial Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão

Com o resultado, a expectativa é que a diretoria anuncie a efetivação de Jorginho. O jogo contra o Flamengo era encarado como seu grande teste. "A gente deu uma grande força para o Jorginho continuar no comando com essa vitória, não sei se a gente convenceu a diretoria, mas demos uma força para ele", disse Marcos.

Os jogadores deixaram o gramado comemorando muito o resultado, que foi sofrido. O Flamengo, depois estar perdendo por 2 a 0, fez um gol e por pouco não conseguiu o empate. "Sabíamos que seria difícil", disse o goleiro Marcos, que evitou o 2 a 2 numa cabeçada de Zé Roberto.

"Jogar contra o Flamengo aqui é sempre muito complicado, aguentamos uma pressão muito grande, mas felizmente a zaga esteve muito bem e ainda conseguimos dar trabalho ao Bruno. O Palmeiras se impôs aqui e conseguiu uma grande vitória", completou Marcos.

"O resultado foi fantástico. Tínhamos um pacto que não poderíamos perder para nós mesmos", contou Diego Souza, que fez nesta quarta-feira seu primeiro gol no campeonato. Ele disse que a maioria dos atletas do Palmeiras deixou o Maracanã com cãibras.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.