Para Marlene Matheus, eleição no Corinthians não está decidida

'Há muita gente ligada ao Alberto Dualib que não quer abrir mão do poder no clube', conta a conselheira

Cosme Rímoli, do Jornal da Tarde,

05 de outubro de 2007 | 08h57

O sobrenome Matheus ainda é sinônimo de poder no Corinthians. Foram oito mandatos de Vicente e mais um de sua esposa, eleita por ele. Com a morte do marido em 1997, Marlene mergulhou na complicada vida política corintiana. Aliada de Andrés Sanchez, ela dá um aviso que deve ser levado a sério pelo candidato: "Nunca vi os conservadores se aliarem tanto como agora. Há muita gente do Alberto Dualib que não quer abrir mão do poder no Corinthians" garante Marlene. "E tenho de reconhecer que juntos eles são muito fortes. O Andrés pode ser favorito, mas pode perder a eleição." Marlene avaliou a movimentação recente de vários dirigentes do clube. "As pessoas precisam entender que é algo raro demais ver o Roque Citadini, o Rubens Approbato, o Paulo Garcia, o Waldemar Pires, o Osmar Stabile, o Clodomil Orsi juntos. Eles têm medo de perder os privilégios e poder no Corinthians." Marlene disse que lutará por Andrés. E, se o aliado ganhar, ela vai cuidar da vida social do clube. "As mulheres e as criança estão abandonadas no Corinthians. O Dualib só pensava em fazer sacanagem com o clube."

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