Para o Bota, Cicinho é um "moleque"

A reapresentação do lateral-direito Cicinho ao Atlético-MG revoltou o presidente do Botafogo, Mauro Ney Palmeiro, que classificou a atitude do jogador como sendo a de um "moleque". De acordo com o dirigente, o atleta não pode atuar pelo clube mineiro porque tem contrato com o Alvinegro até o fim do ano. O técnico alvinegro Abel Braga também não gostou da atitude de Cicinho. "O jogador saiu por conta própria. Deve ter sido por pressão do dono da verdade, chamado Kalil", afirmou o treinador, referindo-se ao presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-MG, Alexandre Kalil. O meia Alexandre também deixou o clube, mas segundo Abel o jogador teria pedido para deixar o Botafogo, ao contrário de Cicinho. "Não quero ninguém insatisfeito aqui. Um dos grandes problemas do jogador é o procurador", afirmou Abel, lembrando que Cicinho tinha dito que gostaria de permanecer no Alvinegro.

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