Para presidente do Santos, envolvidos em briga são bandidos

Para o dirigente, torcedores que participaram do confronto precisam ser identificados pela Polícia e proibidos de frequentar estádios

O Estado de S. Paulo

11 de agosto de 2014 | 18h44

O presidente do Santos, Odílio Rodrigues, lamentou nesta segunda-feira a briga entre torcedores que ocorreu pouco antes do clássico deste domingo na Vila Belmiro. Para o dirigente, os torcedores envolvidos no confronto são bandidos e precisam ser identificados pela Polícia e proibidos de frequentar os estádios do País. 

"As autoridades têm de identificar essas pessoas. Elas precisam ser afastadas e punidas. É triste constatar que elas ainda frequentam o futebol brasileiro", disse em vídeo divulgado pelo Santos, intitulado de "Repúdio à violência".

Menos de 24 horas depois do incidente, o comando do 6º BPM afirmou que irá encaminhar ao Ministério Público o vídeo do confronto entre santistas e corintianos. O material também traz imagens das barras de ferro, canos e porretes de madeira abandonados no local na fuga dos torcedores envolvidos.

Duas horas e meias antes de Santos e Corinthians entrarem em campo, um grupo de 200 santistas fez uma emboscada e surpreendeu cerca de 50 corintianos, na rua Dom Pedro I, no entorno da Vila Belmiro. Em desvantagem, os corintianos fugiram depois de um confronto com paus e bombas. No total, 20 pessoas ficaram feridas.

"É deplorável e lamentável em todos os aspectos. São bandidos e marginais travestidos de torcedores. De ambos os clubes", disse Odílio Rodrigues, ressaltando o esforço da diretoria santista em melhorar o espetáculo.

"A diretoria faz um esforço, traz o Robinho tentando melhor o nível do espetáculo. E ainda tem esse tipo de torcedores que fazem isso", finalizou.

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