Ricardo Saibun/Agif
Ricardo Saibun/Agif

Para 'proteger grupo', Santos proíbe time de entrevistas

Intenção é evitar provocações e problemas até o segundo jogo da final do Campeonato Paulista

Alex Sabino, Jornal da Tarde

29 de abril de 2009 | 12h08

SÃO PAULO - Nenhum jogador do Santos vai dar entrevistas até domingo após os segundo jogo da final do Campeonato Paulista contra o Corinthians, no Estádio do Pacaembu às 16 horas. A medida de proibição foi tomada pela direção do clube em conjunto com o técnico Vagner Mancini e vale a partir desta quarta-feira, com a intenção de 'proteger o time de polêmicas e problemas que venham a surgir'.

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Um dos exemplos é a declaração do vice-presidente de Futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que chamou o atacante Ronaldo ao chamá-lo de 'ex-jogador em atividade'. Pois no jogo seguinte entre os dois times, o atacante fez gol e o Corinthians se classificou para a decisão do Estadual justamente contra os santistas.

Para evitar conflitos, o próprio técnico Vágner Mancini foi quem concedeu entrevista no CT Rei Pelé na terça-feira, num gesto incomum, pois havia falado com os jornalistas no domingo e normalmente só voltaria a falar no fim da semana, antes da partida. Roberto Brum, que estava escalado para falar nesta quarta, já foi avisado que não precisará.

O único contato com os jornalistas permitido será assistir aos treinos do restante da semana.

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