Para técnico, Recife já se tornou a casa da Costa Rica

A seleção costarriquenha jogou contra a Itália no estádio pernambucano e conquistou uma vitória sobre os europeus por 1 a 0

Daniel Batista - enviado especial ao Recife, O Estado de S. Paulo

28 de junho de 2014 | 18h30

Se depender de torcida, conhecimento do campo e clima da região, a Costa Rica já pode comemorar a classificação sobre a Grécia. A equipe volta para a capital pernambucana pela segunda vez na Copa do Mundo - na primeira, derrotou a Itália por 1 a 0 - e o técnico Jorge Luis Pinto faz questão de agradecer ao apoio dos torcedores, já que até alguns brasileiros foram na porta do hotel e estão acompanhando a seleção durante a competição.

"Nos sentimos em casa no Recife. Fomos muito bem recebidos pela torcida desde a nossa primeira passagem e só temos que agradecer por todo o apoio", disse o treinador, que na chegada da delegação ao hotel onde estão hospedados para o jogo contra a Grécia, neste domingo, pelas oitavas de final, teve seu nome gritado pela torcida e alguns pediam que ele fosse o presidente da Costa Rica.

Sobre o curioso grito, o treinador reagiu com bom humor. "Agradeço aos que pedem para eu ser o presidente. Claro que é uma brincadeira, mas é uma homenagem que acaba estimulando ainda mais", disse o treinador, que é colombiano.

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