Parmalat rescinde contrato com o Etti

A Parmalat assinou o contrato de rescisão com o Paulista de Jundiaí. Agora, a multinacional italiana irá manter apenas o orçamento previsto para este ano, que vence em dezembro. Depois disso, a empresa deverá abandonar de vez o futebol brasileiro, por causa dos prejuízos financeiros. Apesar da diretoria não admitir oficialmente a notícia, nem mesmo por meio da assessoria de imprensa, os funcionários do clube presenciaram a chegada de um advogado da Parmalat no estádio Jaime Cintra com toda a papelada. A assinatura da rescisão teria ocorrido logo após a vitória de 4 a 2 contra o Bangu, pelo Torneio Rio-São Paulo, na quarta-feira, e contou com as participações do presidente do Paulista, Eduardo dos Santos Palhares; do vice, Luiz Roberto Raymundo; dos advogados Márcio Franklin Nogueira e João Carlos Figueiredo Brito; além do presidente do Conselho Fiscal, o juiz Cláudio Levada. O presidente do Paulista, Eduardo Palhares, foi procurado. Ele disse que não está autorizado a comentar absolutamente nada. "O único autorizado é o diretor geral, Marcos Bagatela". O celular do diretor está desligado. No estádio, jornalistas questionaram o representante da Parmalat, que preferiu falar apenas sobre futebol.

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