Parreira: sem perseguição a Marcos

O técnico Carlos Alberto Parreira garantiu nesta terça-feira que as portas da seleção não estão fechadas para o goleiro Marcos - que pediu dispensa alegando que não queria agravar um quadro de bronquite. ?Ninguém está queimado na seleção. O Marcos tem crédito, pelo seu passado na Seleção?, disse o treinador, que fez uma ressalva. ?Só não posso dizer que foi um fato agradável, porque não foi?, afirmou Parreira, em entrevista à rádio Jovem Pan. ?Nós não estamos aqui para perseguir ninguém. Não existe isso de revanchismo.Se ele voltar a jogar bem, poderá ser lembrado?, garantiu o treinador.O coordenador-técnico da Seleção, Mario Jorge Lobo Zagallo, exime a comissão técnica de culpa no episódio. ?Marcos foi dispensado única e exclusivamente por responsabilidade do Departamento Médico do Palmeiras. A CBF não teve nada a ver com isso. Eu disse apenas que estranhei porque me parecia uma bronquite elástico. Para viajar para Brasília (onde o Palmeiras enfrentou o Brasiliense) a bronquite esticava e dava para jogar. Para o México, a bronquite não dava?, ironizou. Zagallo garantiu que em nenhum momento disse que o goleiro não iria mais jogar na seleção. ?Primeiro eu não convoco. Jamais poderia dizer isso. Mas eu devo dizer que futebol é momento. Se um outro vier e for bem....?, disse. DUPLA - Parreira disse que ainda decidiu se vai escalar a dupla santista - Diego e Robinho - no amistoso contra o México. ?Não tenho nada planejado a respeito. Eles podem entrar ou não?, disse. Para o treinador, neste momento, os dois jogadores não precisam se preocupar com o desempenho. ?Eles não têm nenhuma obrigação. O mais importante é estarem aqui, vivendo o clima de seleção?, assegurou.

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