Partido governista italiano quer aumentar impostos de atletas

A Liga Norte, partido que participa da coalizão de governo da Itália, deseja dobrar a alíquota de um imposto pago por jogadores de futebol e outros atletas profissionais, com parte dos planos de austeridade fiscal no país.

REUTERS

30 de agosto de 2011 | 08h48

Pelo pacote anunciado neste mês pelo governo, pessoas que ganham mais de 90 mil euros (131 mil dólares) por ano teriam de pagar o chamado "imposto solidário". As medidas ainda devem sofrer alterações por causa de emendas apresentadas na segunda-feira.

Uma dessas emendas prevê que só parlamentares pagariam o imposto, num valor de 5 por cento sobre o rendimento que superar 90 mil euros, e de 10 por cento para o que passar de 150 mil.

Em entrevista publicada na terça-feira pelo jornal La Repubblica, Roberto Calderoli, dirigente da Liga Norte, disse que outra emenda prevê uma taxação de 10 por cento sobre o rendimento dos atletas profissionais acima do valor de 90 mil euros, e 20 por cento para o que superar 150 mil.

Na semana passada, o sindicato dos jogadores de futebol convocou uma greve por causa, entre outros pontos, da possibilidade de cobrança do "imposto solidário".

(Reportagem de Catherine Hornby)

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