Ivan Storti| Divulgação
Ivan Storti| Divulgação

Patrocínio da Caixa não é 'divisor de águas' nas finanças do Santos, diz Modesto

'Valor não vai representar uma grande mudança', diz presidente do Santos

Gonçalo Junior, Estadao Conteudo

24 de março de 2017 | 18h46

O presidente Modesto Roma Junior afirmou que o contrato de patrocínio assinado com a Caixa, na semana passada, da ordem de R$ 16 milhões, não pode ser visto como um "divisor de águas" para a situação financeira do Santos.

"A prioridade (com o patrocínio) é acertar a vida financeira do Santos, mas o valor não vai representar uma grande mudança", afirmou o dirigente em entrevista exclusiva ao Estado na tarde desta sexta-feira. "Não será um divisor de águas", completou.

O presidente santista revelou ainda que o valor do patrocínio corresponde a cerca de 5% das receitas do clube da Vila Belmiro. "Ele representa mais ou menos 5% das receitas. É um valor significativo, importante, não muda toda a vida do Santos Futebol Clube, completou.

No ranking de clubes apoiados pelo banco estatal, o Santos ocupa o terceiro lugar, logo atrás do Corinthians (R$ 30 milhões) e Flamengo (R$ 25 milhões), times que recebem os maiores pagamentos da Caixa.

Mesmo com o acordo, o Santos enfrenta dificuldades para quitar a premiação pela conquista da vaga na Copa Libertadores à comissão técnica e também o direito de imagem para os jogadores. Os valores estão atrasados.

Modesto explica que a dívida e o novo patrocínio são coisas diferentes. "As dívidas são um problema de fluxo de caixa, que será resolvido nos próximos dias. Não tem relação com as receitas do clube", disse o presidente.

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