Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Paulinho não se ilude com má fase do Boca Jrs e cobra atenção ao Corinthians

Volante garante que equipe estará atenta na Bombonera, mesmo com rival sem vencer há 10 jogos

AE, Agência Estado

30 de abril de 2013 | 11h48

BUENOS AIRES - O volante Paulinho prometeu que o Corinthians não vai se iludir com a má fase do Boca Juniors, há 10 rodadas sem vencer no Torneio Final do Campeonato Argentino, e terá ainda mais atenção para não ser surpreendido no duelo desta quarta-feira, em Buenos Aires, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. Por isso, garantiu que não vê o time paulista como favorito para o duelo.

"Não somos favoritos, apenas estamos numa sequência maior de vitórias que a do Boca, mas o respeito é o mesmo. Pelo Boca ter essa sequência de derrotas, temos de ter mais atenção ainda. Se entrarmos devagar, eles podem nos surpreender. Essa sequência negativa dá mais motivação para eles virem para cima de nós", comentou.

Paulinho, porém, admite que a conquista da Libertadores de 2012, quando superou o Boca Juniors na decisão, deixa o Corinthians mais confiante para o reencontro com o clube argentino. No ano passado, o time empatou por 1 a 1 em Buenos Aires e venceu por 2 a 0 no Pacaembu.

"É claro que nós vamos com muita confiança. Ainda mais pela conquista do ano passado, ao bom resultado que conquistamos aqui diante do Boca... Claro que é uma outra ocasião, uma outra fase, mas a preparação é a mesma e sabemos que as dificuldades serão maiores", disse.

Para repetir o êxito diante do Boca Juniors, Paulinho aponta que o Corinthians deve repetir o comportamento da decisão de 2012 nesta quarta-feira. Assim, ele prometeu que o time marcará forte o adversário e vai tentar marcar um gol como visitante para ficar em situação mais confortável para o jogo de volta.

"Recordando um pouco do ano passado, a nossa concentração foi muito grande, sabíamos da dificuldade que era jogar aqui. Todo mundo que joga contra o Boca aqui tem dificuldade. Não tem o que mudar, é atuar da mesma forma: marcar o Boca muito forte e aproveitar as oportunidades que tiver durante a partida. O gol fora de casa é muito importante no mata-mata", afirmou.

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