Paulista quer evitar mais polêmica

Tentando minimizar a polêmica, até para garantir a integridade de sua delegação no Rio de Janeiro, o presidente Eduardo Palhares, do Paulista, voltou a negar que o time de Jundiaí tenha preparado qualquer maltrato aos jogadores do Fluminense em sua estadia em São Paulo. O dirigente garante que atendeu a todas as solicitações do visitante. "O Fluminense pediu uma carga alta de ingressos para o jogo aqui, nós demos e ainda destinamos o melhor lugar no nosso estádio", afirmou Palhares, que ainda negou qualquer envolvimento no fato do ônibus do Fluminense ter sido escoltado para o local errado e chegado ao estádio apenas 50 minutos antes do jogo. "Nós não temos a nada a ver com isso. Quem fez a escolta foram as polícias de Campinas e Jundiaí", disse o presidente, que ainda lamentou o fato do dirigente tricolor ter chamado o estádio Jaime Cintra de "poleiro". Na Cidade Maravilhosa desde a tarde desta terça-feira, a delegação do Paulista ainda não encontrou motivos para reclamar. "Ninguém nos falou nada nas ruas e estamos em um bom hotel. Espero pela torcida dos outros times daqui", explicou Mancini, que recusou a oferta do gramado da Gávea, pelo Flamengo, para realizar seus treinamentos. "Aqui só vamos concentrar", finalizou. Em Jundiaí, a Gamor, torcida organizada do time, conseguiu lotar cinco ônibus que partem nesta quarta-feira rumo ao Rio de Janeiro. Outros cinco ônibus fretados devem ser destacados, dando um total de 10 - cerca de 500 torcedores. Para o dia do jogo, foi destacado um efetivo de mil policiais militares do 4º Batalhão da PM de São Cristóvão. Uma parte da Avenida Brasil, nas cercanias de São Januário, será interditada para servir de estacionamento.

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