Clayton de Souza/Estadão
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Paulo Nobre se justifica e diz que repetiria críticas ao Palmeiras

Presidente argumenta que cobranças servem para o torcedor perceber que o clube está atento

DANIEL BATISTA, Agência Estado

24 de setembro de 2013 | 15h24

SÃO PAULO - As derrotas seguidas para Boa e Atlético Paranaense, no fim de agosto, foram o único momento ruim do Palmeiras neste segundo semestre. Por isso, não tiveram bom efeito as críticas públicas que o presidente Paulo Nobre fez à equipe naquela ocasião, quando o time foi eliminado da Copa do Brasil. Mesmo assim, ele não se arrepende e diz que faria tudo de novo.

"Como presidente, em momentos que julgar necessário, vou cobrar internamente, e deixar claro à grande torcida do Palmeiras que as cobranças existem dentro do elenco. Não foi para expor ninguém, mas para mostrar à torcida que as cobranças existiram. Se não quem não está no dia a dia do clube acha que as coisas rolam solta lá dentro, o que não é verdade", disse Paulo Nobre, nesta terça, explicando por que tomou aquela atitude.

Depois dos dois tropeços, o Palmeiras empatou mais duas partidas pela Série B (Ceará e Chapecoense) e reagiu. Já são sete jogos sem derrota, o que permite uma folga de 17 pontos dentro do G4. Mais quatro vitórias e a equipe chega à pontuação considerada mínima para conseguir o acesso. E isso pode acontecer com 10 rodadas de antecedência. Mesmo assim Paulo Nobre admite que existe a possibilidade de novas críticas. "Irei cobrar quantas vezes eu achar que é necessário", garante ele, que assumiu o cargo no começo deste ano.

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