Paulo Paixão acredita na recuperação de Ronaldinho Gaúcho

Preparador físico da seleção brasileira disse que 'se continuar nesse ritmo' jogador estará bem nas Olimpíadas

EFE

14 de julho de 2008 | 15h45

O preparador físico Paulo Paixão da seleção brasileira disse estar bastante otimista quanto à recuperação física do meia-atacante Ronaldinho Gaúcho para os Jogos Olímpicos de Pequim.   Veja também:  Barcelona definirá futuro de Ronaldinho Gaúcho em três dias  Presidente do Barça admite proposta do City por Ronaldinho Milan diz que Ronaldinho Gaúcho só quer jogar pelo seu time Guardiola diz que 'Ronaldinho Gaúcho sairá bem do Barcelona'   Mesmo tendo embarcado no domingo à noite para Barcelona, Ronaldinho realizou uma sessão pela manhã com o preparador, com um trabalho de força na sala de musculação e depois de potência aeróbica.   "Se o trabalho continuar nesse ritmo, tenho certeza de que o Ronaldinho estará em um bom estágio para participar das Olimpíadas", disse Paulo Paixão em declarações ao site oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).   O preparador garantiu que, mesmo com a viagem de Ronaldinho à Espanha, o trabalho não será interrompido - o jogador foi com Valdimar Garcia, que o acompanha no clube e participa também do planejamento de treinos.   "Ele não vai ficar parado, continuará trabalhando com o Valdimar, e quando voltar prosseguiremos o treinamento aqui em Porto Alegre", explicou.   Ronaldinho Gaúcho voltará a Porto Alegre ainda nesta semana, e participará de uma coletiva ao lado de Paulo Paixão. Nesta segunda-feira, o meia-atacante se reuniu com dirigentes do Barcelona, que prometeram definir seu futuro em três dias - ao que tudo indica, os Jogos de Pequim não foram pauta do encontro.   Após uma temporada apagada em razão de lesões, o jogador foi visto bastante acima do peso num recente amistoso na Venezuela.   Perguntado sobre sua forma física numa coletiva de um patrocinador no Brasil, ele se calou. Milan e Manchester City disputam sua contratação - os ingleses ofereceram 32 milhões de euros (aproximadamente R$ 51 milhões) pelo passe.  

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