Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Paulo Turra diz que Palmeiras foi 'quase perfeito' e elogia Deyverson

Auxiliar substitui Felipão em coletiva e exalta empenho do atacante

O Estado de S.Paulo

06 Outubro 2018 | 21h34

Substituto de Felipão na entrevista coletiva após a vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o São Paulo, neste sábado, no Morumbi, o auxiliar técnico Paulo Turra encheu a equipe palmeirense de elogios. O ex-zagueiro creditou o triunfo, o primeiro do clube no Morumbi contra o rival desde 2002, ao trabalho coletivo.

"Não é só de hoje, dessa semana. É o contexto de todos os jogos. A gente trabalha muito taticamente dentro das características da nossa equipe e é muito mérito dos jogadores fazerem isso acontecer em campo. É muito bom trabalhar com jogadores de grande qualidade. Acredito que fomos quase perfeitos. Fizemos um jogo taticamente muito bom e fomos letais quando tivemos situações para matar o jogo", disse Turra, que aproveitou para elogiar o Deyverson, autor de um dos gols do triunfo no clássico deste sábado.

"Ele ajuda um monte, assim como Borja, o Dudu, o Willian, o Hyoran, o Jean. Cada um dentro das suas características, defendendo e atacando, tem uma importância muito grande. O Deyverson comentou com vocês que a família dele o ajudou, e ajudou, mas ele tem uma outra família, a Família Palmeiras. Ele fica mais com a Família Palmeiras do que com a família dele, e essa nossa família o ajuda muito, como ajuda outros jogadores", afirmou o auxiliar.

Já Deyverson justificou a forma excêntrica de agir. "Eu sou um cara muito alegre. Eu sei que eu faço algumas coisas, mas não faço por maldade. Peço desculpas por causa das crianças, eu sei que muitas se espelham em mim, em uma churrascaria um monte veio falar comigo uma vez. Minha mãe fala para eu tomar cuidado porque agora sou uma figura pública, mas não caiu minha ficha ainda que sou um jogador profissional, que atua com Felipe Melo, Dudu e Lucas Lima", comentou.

O atacante diz que pretende melhorar o comportamento, mas sem modificar a própria essência. "Sou um menino alegre, elétrico. Tenho que tomar um pouco mais de maracujá para ficar mais calmo. Mas o Felipe Melo me falou para eu não mudar. Eu sou assim mesmo", explicou Deyverson.

 

 

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