Paysandu acha que pode ser o azarão

Disposto a surpreender seus adversários com um time sem grandes estrelas, mas bem entrosado e apoiado por uma numerosa e fanática torcida, o Paysandu quer ser o grande azarão do Campeonato Brasileiro. Com uma folha salarial em torno de R$ 400 mil, o "Papão da Curuzu", contratou apenas um nome de peso, o atacante Robson, ex-Bahia, que já virou ídolo no Pará. Ele ganha R$ 40 mil, o maior salário do clube. A média salarial do time é de R$ 8 mil. "O técnico Dario Pereyra deverá utilizar 32 jogadores durante toda a competição. Ele não descarta a possibilidade de novas contratações, mas pretende primeiro observar o comportamento da equipe durante as partidas da primeira fase. Alguns atletas das divisões inferiores que se destacaram no ano passado em competições regionais deverão completar o elenco. "A diretoria pretende realizar algumas partidas em seu estádio, o "Leonidas Castro", que deverá ser ampliado para 20 mil torcedores. O presidente José Arthur Tourinho fechou contrato com uma construtora de Belém e as obras deverão estar concluídas dentro de 90 dias. "Campeão de público no Campeonato Brasileiro do ano passado, com média de 24 mil torcedores por partida em seus jogos no Mangueirão, o Paysandu reivindica este ano R$ 4,5 milhões, mais pagamentos de passagens e hospedagem quando for atuar em outros estados, para permitir o televisionamento de seus jogos. "A Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão, oferece R$ 2,5 milhões ao time paraense e a outros sete clubes da Primeira Divisão. Time-base: Ronaldo, Rodrigo, Jorginho, Sérgio, Luiz Fernando; Vanderson, Sandro, Welber, Iarley; Robson e Lecheva. Treinador: Dario Pereyra.

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