Paysandu faz seu jogo mais importante

O Paysandu faz neste domingo em Fortaleza (CE), contra o Cruzeiro (MG) o jogo que seus dirigentes e torcedores consideram o mais importante de seus 88 anos de existência. Nunca um time do Pará e mesmo do Norte do País chegou tão longe numa disputa de caráter nacional como o Papão da Curuzu, que pode, se vencer o time mineiro por dois gols de diferença, conquistar a Copa dos Campeões e garantir outra vaga brasileira na Taça Libertadores da América. Consciente da responsabilidde que pesa sobre seus ombros, o treinador Givanildo Oliveira é taxativo: "a euforia dos torcedores é uma coisa, mas não podemos esquecer que nossos atletas terão de se superar em campo para alcançar a vitória". Ele entende que o time precisa ter cautela para chegar à área do Cruzeiro sem se descuidar da vigilância na defesa para não tomar gol num contra ataque. "Foi assim que perdemos o jogo em Belém e não podemos mais repetir esse erro", ensina. O volante Rogerinho, que já conquistou onze títulos em 12 anos de atuação no futebol paraense, acredita que o Papão é hoje um "time amadurecido". Não foi à toa, diz ele, que chegou à final da Copa dos Campeões. Rogerinho reconhece os méritos e a tradição do Cruzeiro em grandes decisões. Mas observa: "não adianta só ficar pensando nisso. Temos de encarar sem medo a partida e impor o nosso ritmo. Afinal, esse é o jogo das nossas vidas".

Agencia Estado,

03 Agosto 2002 | 19h14

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