Paysandu promete iniciar reação

Há dez jogos sem vitórias e com cinco derrotas seguidas dentro de casa, o Paysandu enfrenta o Atlético Paranaense neste sábado à tarde, no Mangueirão, segurando a lanterna do campeonato. Furiosa com o medíocre desempenho, a torcida promoveu na quinta- feira o enterro simbólico do time, durante protesto na frente do estádio da Curuzu. Os jogadores, acusados de fazer corpo mole, sentiram a hostilidade e prometem dar a resposta dentro de campo. Chateado, o meia Donizete Amorim não suportou a pressão, pediu o boné e foi jogar na segunda divisão, contratado pelo Vitória (BA). O meia Gean, ex-Vasco, deve ocupar a vaga de Amorim. O treinador Gilson Kleina deve mexer também na defesa: tirou o inseguro zagueiro Silvio, substituindo-o por Marquinho. O atacante Robson, com tendinite, ainda é dúvida.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.