PC Oliveira diz que arbitragem brasileira está serena

Árbitro acredita que companheiros estão preparados para suportar a pressão dos clubes na reta final da Série A

24 de outubro de 2007 | 18h13

Com seis rodadas para o término do Campeonato Brasileiro, técnicos e jogadores procuram a arbitragem para esquivar-se da responsabilidade pela perda de uma vaga na Libertadores ou, num cenário mais sombrio, a queda para a Série B. Isto, para o árbitro Paulo César de Oliveira, é algo costumeiro e que não pode influenciar os árbitros.   "Este tipo de conversa [culpar os árbitros pelos fracassos] sempre aconteceu e sempre acontecerá, mas eu vejo que a arbitragem brasileira está serena, tranqüila", disse Paulo César, que continuou: "o árbitro tem que estar preparado para qualquer tipo de pressão, ainda mais na reta do campeonato. É claro que o técnico sempre colocará a culpa no juiz para proteger seus jogadores ou possíveis erros, mas temos uma comissão [de arbitragem] muito boa, que sabe analisar cada caso."   Confiante na arbitragem brasileira na reta final do Brasileirão, Paulo César de Oliveira faz a mea-culpa da classe ao analisar apenas, sem seu entendimento, um deslize, que teria acontecido entre a 20.ª e 21ª rodadas do Campeonato Brasileiro, quando o então presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Edson Rezende de Oliveira, foi afastado por problemas de saúde, deixando o cargo para o ex-árbitro Sérgio Corrêa da Silva.   "Eu acho que a arbitragem encontrou problemas apenas entre tais rodadas, já que o comando da comissão estava sendo trocado pela saída repentina do Edson, mas foi só isso. De resto, a arbitragem tem realizado um bom trabalho."

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