Pekerman diz que não teme ser demitido do comando da Colômbia

José Pekerman garantiu nesta quarta-feira que se sente seguro no cargo de técnico da seleção colombiana, apesar da renúncia do presidente de Federação Colombiana de Futebol, Luis Bedoya, na última segunda-feira. Foi o dirigente que levou o argentino Pekerman ao comando da seleção de Radamel Falcao.

Estadão Conteúdo

11 de novembro de 2015 | 21h18

"Estou atento a todas essas coisas, mas realmente minha cabeça sempre esteve na Colômbia. Tive um compromisso pleno com a seleção e lógico que lamento a saída do presidente. Os integrantes do comitê executivo me transmitiram respaldo. Disseram que tudo seguia igual da parte deles", disse Pekerman, nesta quarta-feira, em entrevista coletiva em Santiago. Na quinta, a equipe dele enfrenta o Chile pela terceira rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Foi pensando no Mundial, aliás, que Bedoya renovou o contrato de Pekerman até 2018. Mas, depois de chegar às quartas de final da Copa do Mundo do ano passado, a seleção colombiana está em maus lençóis. Caiu nas quartas da Copa América, sem convencer, e levou 3 a 0 do Uruguai no seu último jogo pelas Eliminatórias.

Nas duas próximas rodadas, terá dois confrontos bastante complicados. Nesta quinta pega o Chile, campeão da Copa América, fora de casa, e na terça recebe a vice-campeã do mundo Argentina.

Para tentar se recuperar, a Colômbia conta com o retorno do astro James Rodriguez, que não participou das duas primeiras rodadas. "Com James tudo muda, com James é outra Colômbia. James é extraordinário. Ele está bem, está inteiro", elogiou Pekerman.

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