Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Peres garante que Santos segue em busca de 9 e admite Jorge mais distante

Alvinegro continua à procura de reforços para o técnico Jorge Sampaoli

Redação, Estadão Conteúdo

06 de março de 2019 | 18h42

O presidente José Carlos Peres assegurou nesta quarta-feira que o Santos segue atrás de um centroavante para reforçar o time visando a sequência da temporada. O dirigente explicou que as buscas são atrapalhadas pela falta de opções no mercado brasileiro, o que deverá levá-lo a tentar contratar algum camisa 9 que esteja fora do Brasil.

"Camisa 9, estamos correndo desde janeiro, para ser sincero. No Brasil não tem, só tem um que joga no Fluminense e é difícil de tirar. Estamos vendo no exterior também", explicou Peres, na entrevista coletiva de apresentação do lateral-esquerdo Felipe Jonatan.

A opção no mercado nacional para o Santos, na visão de Peres, seria Pedro. Mas o jogador do Fluminense se recupera de lesão, o que inviabiliza uma negociação, que, assegurou o dirigente, nem foi iniciada. "Não procuramos o Pedro, porque respeitamos o outro time. Pedro está lesionado. Não é só o Santos que quer o Pedro", disse o presidente.

No início da temporada, o técnico Jorge Sampaoli chegou a testar Felippe Cardoso e Yuri Alberto na função de centroavante. Mas eles não agradaram, o que o tem levado a utilizar Derlis González como atacante mais avançado, mas com muito mais mobilidade no setor ofensivo. E a busca por nomes como Alexandre Pato, no futebol chinês, e Raniel, do Cruzeiro, não avançaram.

Ao mesmo tempo em que tenta contratar um camisa 9, o Santos também negocia com outras opções para o setor ofensivo. E Peres admitiu que o time está interessado em Róger Guedes, que ficou fora da lista de inscritos do Shandong Luneng, da China, na Liga dos Campeões da Ásia. "Róger Guedes joga pela beirada. Todo grande time quer ter o Roger Guedes, ele atua pela direita e é interessante", comentou.

Peres também reconheceu recuo na negociação para contratar o lateral-esquerdo Jorge. Segundo o presidente, uma mudança na diretoria do Monaco travou as negociações pelo brasileiro, que está emprestado ao Porto, clube que precisaria receber uma compensação para que o jogador seja cedido ao Santos.

"Quem estava fazendo o negócio conosco foi demitido do clube (Monaco), Aí, um novo diretor entrou e esperamos para as próximas horas um desfecho", disse o dirigente santista. "Estava tudo certo, mas o dono dos direitos do jogador queria conhecer melhor o processo e é direito dele", acrescentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.