Guarani/Site oficial
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Perto do Criciúma, técnico Lisca deixa Guarani e processa o Paraná

Técnico conseguiu manter time de Campinas na Série B

Estadão Conteúdo

28 Novembro 2017 | 19h58

A negociação de Lisca com o Guarani chegou ao fim nesta terça-feira. Após manter o time de Campinas (SP) na Série B do Campeonato Brasileiro, o treinador chegou a ouvir outros clubes enquanto aguardava a resposta de uma contraproposta pela renovação salarial. A diretoria analisou e optou por não estender o vínculo do comandante, que agora fica livre para assinar com o Criciúma.

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Lisca esteve no estádio Heriberto Hülse, em Criciúma (SC), na última segunda-feira e encaminhou o acerto com o clube catarinense. No entanto, o treinador tinha como discurso priorizar uma renovação com o time campineiro. A diretoria entendeu como alto o pedido salarial do técnico, com valorização de 40% do ordenado, e ainda não o queria envolvido com a formação do elenco, gerando assim um mal-estar entre as partes.

O clube de Campinas ainda marcou uma entrevista coletiva para Fumagalli, que deve comunicar a permanência na equipe visando o Campeonato Paulista da Série A2.

Nos bastidores, a informação era que Fumagalli adiaria a aposentadoria desde que Lisca não seguisse no comando do clube. A saída do treinador abriu as portas para o jogador bater marcas. Ele quer fazer o seu 90.º gol (só falta um) com a camisa bugrina, além de alcançar os 300 jogos - só faltam seis.

PARANÁ

Enquanto negocia com o Criciúma, que encerrou as negociações com Hemerson Maria, do Vila Nova, Roberto Cavalo, do Oeste, e Argel Fucks, atualmente sem clube, Lisca entrou na Justiça contra o Paraná cobrando o valor de R$ 100 mil por salários atrasados e a bonificação não paga pela boa campanha na Copa da Primeira Liga, onde foi eliminado na semifinal pelo Atlético Mineiro.

A ação promovida pelo treinador, no entanto, não cita a confusão que culminou com sua demissão. Segundo a diretoria do Paraná, Lisca deixou o comando do clube porque teria agredido o então auxiliar-técnico Matheus Costa em "um dia de fúria".

Em muitas entrevistas, até mesmo no comando do Guarani, Lisca afirmou ter sido sacaneado por seis pessoas dentro do Paraná e chegou, inclusive, a convidar Matheus Costa para o acompanhar na sequência da carreira.

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