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Peruano Ramírez se diz preparado e minimiza crise no Botafogo

Apesar da grave situação financeira que assola o clube, ex-jogador do Corinthians chega animado para afastar time do rebaixamento

Estadão Conteúdo

07 de agosto de 2014 | 20h57

A grave crise financeira que atravessa - há três meses não paga salários aos jogadores e há seis não quita os direitos de imagem - não impediu que o Botafogo anunciasse um novo reforço nesta quinta-feira. A equipe apresentou oficialmente o meia peruano Luiz Ramírez, que já vinha treinando com os companheiros desde terça. Até por isso, ele garantiu estar pronto para estrear diante do Atlético-PR, domingo.

"Minha adaptação está sendo mais fácil. Quando cheguei no Brasil ainda não falava português, mas agora já está melhor e acho que da para entender. Fisicamente me sinto bem. Fiz uma boa pré-temporada no Corinthians e falei com o treinador e comissão técnica que estou à disposição. Cada jogador se conhece e passei dez dias sem tocar na bola, só trabalhando a parte física. Se falta taticamente ou fisicamente, compensamos com o coração", declarou.

Ramírez fez questão de minimizar os problemas financeiros do Botafogo. Ele garantiu que chegou ao clube já sabendo das dificuldades e se disse triste pelos companheiros, que atravessam fase tão conturbada. "Apaixonado pelo futebol", ainda assim ele prometeu fazer de tudo para ajudar a equipe e levar alegria aos novos colegas.

"É difícil ver os companheiros passando por essa situação, mas vim para o clube sabendo das dificuldades. O Botafogo tem uma camisa forte, com muita tradição. Estou aqui para ajudar e acho que o grupo, diretoria e torcida vão ser muito importantes para sair desse momento. A minha motivação é que sou apaixonado pelo futebol. Quero tentar falar para o grupo que estou aqui para ajudar. Sei que é difícil, mas estou aqui para somar e acho que isso vai ser muito contagiante para os caras", afirmou.

O peruano chegou ao Brasil para atuar pelo Corinthians em 2011, mas nunca se firmou. Até por isso, teve uma passagem por empréstimo pela Ponte Preta. No Botafogo, se colocou à disposição para atuar como Vágner Mancini preferir. "Posso jogar de meia ou segundo volante, depende do sistema que o treinador precisar. Sou um jogador dinâmico e o mais importante é trabalhar."

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