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Kirill Kudryavtsev/AFP
Kirill Kudryavtsev/AFP

Philippe Coutinho arranca elogios de Tite após amistoso: 'Joga muito'

" Dá para ser competitivo e ser educado ao mesmo tempo. Ele é um exemplo disso", disse o treinador

Estadão Conteúdo

23 de março de 2018 | 17h30

Autores de dois dos gols da seleção brasileira na vitória por 3 a 0 sobre a Rússia - o outro foi de Miranda -, o volante Paulinho e o meia Philippe Coutinho são companheiros no Barcelona, titulares da equipe nacional e também arrancaram elogios de Tite e de membros da sua comissão técnica após o amistoso disputado em Moscou, no Estádio Luzhniki.

+ Brasil deslancha na etapa final, marca 3 e vence Rússia com facilidade em Moscou

Coutinho teve atuação discreta no primeiro tempo do amistoso com a Rússia, mas cresceu de rendimento na etapa final, quando atuou mais próximo dos atacantes, sendo premiado com um gol, marcado em cobrança de pênalti. E Tite elogiou o jogador, apontando que ele consegue realizar diferentes funções, inclusive como um meia mais centralizado, como aconteceu nesta sexta-feira.

"Ele joga muito, de externo, flutuando, por dentro, é um jogador educado e competitivo. Dá para ser competitivo e ser educado ao mesmo tempo. Ele é um exemplo disso. Ele pode executar outra função com naturalidade", afirmou.

Paulinho também teve atuação importante no ataque da seleção. Ele até desperdiçou algumas oportunidades na etapa final, mas conseguiu marcar, de cabeça, o seu gol. Foi o seu sétimo com Tite na seleção, o que o deixou empatado com Neymar na vice-artilharia da equipe com o treinador, atrás apenas de Gabriel Jesus, que soma oito. E a sua participação no ataque foi elogiada pelo auxiliar técnico Cleber Xavier.

"Paulinho tem característica própria de aproximação, marcou um gol, sofreu pênalti, teve duas chances em cima do goleiro. O Coutinho esteve em uma situação nova, um pouco mais adiantado no segundo tempo, mais próximo do que ele pode crescer, no sentido de dar assistência e finalizar", afirmou o assistente de Tite.

Tite também aprovou a movimentação de Willian e Douglas Costa, duas das novidades da escalação do Brasil no setor ofensivo. E apontou que a troca de posição entre eles durante a etapa inicial foi uma decisão deles próprios, atitude elogiada pelo treinador, por ajudar na busca pelos espaços na defesa russa, formada por cinco jogadores.

"O atleta inteligente intuitivamente começa a encontrar melhores espaços. Eles giraram em uma jogada e permaneceram. Têm essa liberdade, até para uma recomposição. Disse para ficarem assim por mais tempo e assim tirar o marcador de uma zona confortável com essa variação", concluiu Tite.

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