Picciani, Alckmin e Nuzman homenageiam Carlos Alberto Torres após morte

Capitão do tri morre aos 72 anos

Estadão Conteúdo

25 Outubro 2016 | 16h05

A morte do capitão do tri, Carlos Alberto Torres, fez as mais diversas instâncias de poder se pronunciarem nesta terça-feira. O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, disse que recebeu com "consternação" a notícia da morte do "maior lateral-direito da história do futebol".

Picciani lembrou que, desde agosto, Torres era membro do Conselho Nacional do Esporte (CNE), como um dos representantes do esporte nacional. "Convidei o capitão do tri a participar do CNE para nos ajudar a construir e aprimorar as políticas esportivas do Brasil. Infelizmente, perdemos precocemente a colaboração cheia de conhecimento e de gentileza do grande Capita", lamentou Picciani, em comunicado.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) também manifestou seu "mais profundo pesar" pelo falecimento de Torres, lembrando que ele conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de São Paulo, em 1963.

"Como capitão do Tri, coube a Carlos Alberto Torres erguer a Taça Jules Rimet no Estádio Azteca, na Cidade do México, para delírio de milhões de brasileiros. E, como atleta pan-americano, conquistou a primeira medalha de ouro da história do futebol brasileiro na competição. É uma perda lastimável para o esporte brasileiro", afirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, classificou o Capita como "um dos maiores nomes do futebol mundial em todos os tempos". "Seu futebol tinha força, técnica, inteligência; sua capacidade de liderança permitiu que ele comandasse uma seleção de gênios como Pelé, Tostão e Rivelino", lembrou o governador, torcedor do Santos, onde Torres jogou boa parte da carreira.

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