Érico Leonan|Divulgação
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Pintado diz que técnicos já se oferecem para assumir o São Paulo

Auxiliar técnico diz que também aceitaria dirigir a equipe

O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2016 | 16h30

O São Paulo vê como real a chance de perder Edgardo Bauza. O técnico viajou nesta sexta-feira para a Argentina, onde vai se reunir com representantes da federação local com o intuito de discutir a possibilidade de assumir o comando da seleção argentina. O auxiliar técnico Pintado contou que o clube já tem sido procurado por outros treinadores dispostos a assumir o lugar de Bauza e que ele mesmo aceitaria a vaga, caso fosse convidado.

“Recebemos cinco ofertas a cada meia hora, mas a gente entende. O São Paulo tem gestão no futebol que é para que não seja necessária fazer loucura, embora isso faça parte do futebol. A medida é para que não seja necessária fazer loucura em busca de opções para um cargo tão importante, como de treinador”, disse Pintado, em entrevista à SporTV. Ele ainda garantiu que o clube não negocia com ninguém no momento. “Não existe nenhum plano B e nem conversa”, assegurou.

Pintado disse ainda que aceitaria caso fosse convidado para assumir a equipe, mas acredita que isso não esteja nos planos da diretoria. “Vou pensar durante cinco segundos. Sou profissional do São Paulo e sei da minha importância no cargo que exerço. Estou feliz onde estou, sei que tenho a confiança do clube e o respeito de todos lá dentro, mas não é algo que passa pela minha cabeça. E também acho difícil acontecer. Não tenho essa pretensão em momento algum”, assegurou.

O auxiliar técnico assegura que a relação entre Bauza e a diretoria do São Paulo tem sido transparente, principalmente em relação a negociação com a seleção argentina.

“É uma reunião que ele foi participar não com a AFA, porque a AFA não tem uma diretoria ainda, mas é um grupo administrando uma crise, um momento difícil. Foi o presidente do Belgrano que pediu para o Bauza ir lá e ele deve receber uma proposta. É muito claro para nós do São Paulo. Não tem nada escondido. A gente acaba entendendo e sabe que é tentador. Os detalhes são complicados, porque a seleção argentina passa por um momento difícil. Não gostaria de estar na pele do Patón”, contou. 

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