PM faz operação de "guerra" em Jundiaí

A Polícia Militar de Jundiaí começou na tarde desta segunda-feira a montar uma operação de "guerra" para garantir a segurança dos torcedores no Estádio Jaime Cintra, domingo, na decisão das quartas de finais entre Paulista x Ponte Preta. O comandante de operações táticas do 11º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI), o capitão Wagner Fachini de Bortolo, pediu uma reunião com a direção do Paulista, para definir esquemas de segurança e distribuição das torcidas. Fachini explica que existe uma "rivalidade muito grande entre as duas torcidas, com ocorrências históricas envolvendo os dois lados". Ele lembra que o último jogo da Ponte Preta em Jundiaí terminou com dezenas de carros depredados e o saldo foi negativo. Em Campinas também ocorreram casos de violência, que deram trabalho aos policiais. "Nós vamos colocar pelo menos 120 homens na segurança no Estádio e, vou pedir reforço da Polícia Rodoviária para escoltar a torcida da Ponte.Também vou pedir apoio do canil e da cavalaria de Campinas". O capitão da PM disse que a rivalidade entre torcedores do Paulista e da Ponte é tão grande como a dos torcedores do São Paulo e Corinthians ou Palmeiras. "Nós estamos preocupados e pedimos para que o torcedor fique tranqüilo. Pense só na bola e deixe de lado a rivalidade". Fachini disse que o preço do ingresso, de R$ 20,00, pode inibir a ação de "baderneiros".

Agencia Estado,

15 de março de 2004 | 17h29

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