PM revê punição à torcida do Cruzeiro

O comando da Polícia Militar de Minas decidiu modificar, nesta terça-feira, a punição à torcida organizada cruzeirense Máfia Azul, definida após a decisão da Copa Sul-Minas entre o time de Belo Horizonte e o Atlético-PR, domingo, no Mineirão. A princípio, a torcida, a maior do Cruzeiro, seria proibida de entrar com bandeiras e faixas no estádio por 40 dias, já que foi considerada a protagonista de uma confusão nas arquibancadas, no fim de semana, que deixou cerca de 40 pessoas levemente feridas. O comandante do Estado Maior da PM, coronel Severo Augusto, no entanto, atendeu a apelos dos dirigentes da Máfia Azul, segundo os quais a punição era rigorosa e despropositada, porque pessoas estranhas à organização teriam iniciado o tumulto. O oficial informou que os torcedores poderão entrar uniformizados e com bandeiras no Mineirão já no domingo, quando o Cruzeiro estréia no Supercampeonato Mineiro contra o América. "Mas todos eles serão isolados por cordas e policiais em um determinado local da arquibancada, onde só entrarão mostrando a carteirinha da torcida", disse Augusto. "Vamos separá-los do restante do público e esperar que eles nos provem que são realmente uma torcida organizada." Sorín - O lateral argentino Sorín, autor do gol do título na Sul-Minas, embarcou na manhã desta terça-feira para a Argentina, acompanhado de familiares. De Buenos Aires, o jogador, cujo passe já está negociado com a Lazio, da Itália, onde se apresenta após a Copa do Mundo, seguiria para a Alemanha, onde se integraria à seleção argentina. Sorín deve retornar a Belo Horizonte no meio do ano para receber da Câmara Municipal o título de "cidadão honorário" da capital.

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