Christof Satche/AFP
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Pochettino não considera o reencontro com o Bayern uma revanche para o PSG

'O contexto é diferente', justificou o técnico que, agora, substitui Thomas Tuchel, hoje no Chelsea

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de abril de 2021 | 16h57

O técnico Mauricio Pochettino afirmou, nesta terça-feira, em entrevista coletiva, que o Paris Saint-Germain não vai encarar como uma vingança o duelo com Bayern de Munique, nesta quarta-feira, na Allianz Arena, no jogo de ida das quartas-de-final da Liga dos Campeões, depois de perder para o time alemão na final da última temporada.

Pochettino, que substituiu o agora técnico do Chelsea, Thomas Tuchel, disse que desta vez trata-se de uma disputa diferente. "A final não é um jogo de referência para nós, não estávamos lá com a minha comissão técnica, éramos apenas espectadores", disse o treinador argentino.

"Além disso, vai ser disputado em duas partidas, o contexto é diferente. A vingança existe no esporte, mas para nós é mais um desafio vencer uma equipe tão forte, talvez a melhor do mundo. É uma fonte de motivação", afirmou Pochettino.

Quando questionado sobre a ausência de Robert Lewandowski, Pochettino acrescentou: "A força do Bayern está no seu coletivo. Quando você ganha a Liga dos Campeões e o Mundial de Clubes, é porque você tem um grupo muito bom, não apenas 11 jogadores."

Pochettino não poderá contar com o atacante Mauro Icardi, devido a uma lesão na coxa, enquanto Marco Verratti e Alessandro Florenzi vão ficar de fora depois de testes positivos para covid-19.

A expulsão de Neymar na partida contra o Lille, pelo Francês, após dois meses de afastamento do brasileiro dos gramados, não preocupa o treinador. "Ele estava muito animado para começar uma partida. Ele é um jogador emotivo, gosta de jogar, gosta de lutar, é um competidor. Ele não merecia aquele cartão vermelho", disse Pochettino. "Mas ele sabe que precisa se concentrar. Espero que nesta quarta tudo esteja bem."

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