Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

'Podemos abrir 13 pontos do Palmeiras', diz Carille

Técnico do Corinthians projeta clássico diante do rival, que enfrenta o Cruzeiro neste domingo

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

09 de julho de 2017 | 07h00

No final da vitória sobre a Ponte Preta por 2 a 0, na noite deste sábado, os torcedores do Corinthians gritaram "É quarta-feira", numa referência ao clássico diante do Palmeiras, no Allianz Parque. O técnico Fabio Carille também mostrou sua expectativa ao substituir o atacante Jô, pendurado com dois cartões amarelos, na metade do segundo tempo. A ideia era preservar o "artilheiro dos clássicos" para a batalha de quarta-feira.

Carille afirma que o time chega em um bom momento ao clássico. O time soma 26 partidas de invencibilidades e tem nove pontos de vantagem para o Flamengo, vice-líder no ínicio da rodada (a posição pode ser recuperada pelo Grêmio, que joga neste domingo).

"Temos que chegar como chegamos, não jogar menos do que estamos jogando e se possível jogar mais. Será um jogo de muita concentração, de saber explorar. Conforme for o jogo do Palmeiras, podemos ficar 13 pontos à frente e precisamos aprender a jogar com isso, manter diferença de pontos. Mas vamos lá fazer um jogo intenso para conseguir um grande resultado", afirmou o técnico do Corinthians.

Agora, o Corinthians soma 26 jogos de invencibilidade e iguala o quarto maior período sem perder de sua história, que ocorreu na temporada de 2015 quando Tite levou a equipe ao título brasileiro. A maior sequência invicta do clube ocorreu em 1957, com a marca de 37 partidas sem perder.

Carille afirmou que está "soltando o time aos poucos". "Lá no começo deixei claro que daria segurança à equipe não tomando gols e ir aos poucos ajeitando a parte ofensiva. Estamos soltando mais o time. Hoje não considero um jogo bom, foi amarrado, catimbado, não gostei muito da qualidade, mas a defesa está sendo importante, deu confiança, a dupla de zaga se entende muito bem, volantes que agridem marcação e um goleiro em excelente fase. Sobre o ataque, é algo que requer tempo, entrosamento, conhecimento, e tem tudo para ficar melhor. Parte defensiva é mais fácil de organizar, apesar de que a resposta foi rápida.

 

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