Antonio Lacerda/EFE
Antonio Lacerda/EFE

Polícia Civil quer ouvir funcionários e dirigentes do Flamengo nesta terça

Cinco pessoas devem prestar depoimento sobre o incêndio, entre elas um cartola

Marcio Dolzan, Estadão Conteúdo

11 Fevereiro 2019 | 13h22

A Polícia Civil do Rio deverá ouvir cinco pessoas nesta terça-feira no inquérito que investiga o incêndio no CT do Flamengo, ocorrido na última sexta-feira e que deixou dez mortos e três feridos. Dentre os que serão ouvidos, há pelo menos um dirigente do clube. Os nomes não foram divulgados.

A investigação está a cargo da 42.ª DP (Recreio dos Bandeirantes). Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), agentes da DP estão intimando "membros da diretoria do Flamengo, funcionários e testemunhas".

Os policiais já ouviram sobreviventes da tragédia e pelo menos um funcionário do Flamengo que estava no CT na madrugada do incêndio. No domingo, o Ministério Público (MP) do Estado do Rio de Janeiro já havia convocado para esta segunda-feira uma reunião com dirigentes rubro-negros.

O incêndio no alojamento das categorias de base do Flamengo no Ninho do Urubu matou 10 jogadores de 14 a 17 anos. Dos três que ficaram feridos, Cauan Emanuel, de 14 anos, recebeu alta hospitalar nesta segunda.

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