Polícia descarta crime no caso de zagueiro sumido

Mário Fernandes, emprestado pelo São Caetano ao Grêmio, alegou problemas de ordem pessoal

AE, Agencia Estado

18 de março de 2009 | 15h10

O delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homicídios e Desaparecidos de Porto Alegre, informou nesta quarta-feira que não houve nenhum tipo de crime, como roubo ou sequestro, no caso do zagueiro Mário Fernandes, de 18 anos, emprestado pelo São Caetano ao Grêmio.

Mário ficou quatro dias desaparecido e foi encontrado na noite desta terça-feira, em Jundiaí, na casa de familiares. "São problemas de ordem pessoal, de privacidade do jogador e que devem ser respeitados. Vamos finalizar os trabalhos e concluiremos tudo dentre cinco a dez dias", disse o delegado, em nota divulgada pelo São Caetano, em conjunto com a diretoria do Grêmio.

O delegado informou ainda que Mário está bem de saúde, embora sob cuidados médicos. Ainda não há previsão para o jogador se reapresentar ao Grêmio. Segundo o São Caetano, o jogador não dará entrevistas. Ele não foi visto desde o fim do treino do Grêmio, na sexta-feira, e as buscas pelo jogador haviam mobilizado os familiares e a polícia do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

A investigação indicou, inclusive por imagens, que ele embarcou no aeroporto Salgado Filho na noite de sexta-feira, esteve em Londrina e em Florianópolis, mas os motivos que fizeram o jogador passar por várias cidades sem dar informações ao clube e à família ainda são desconhecidos. "Vamos tratar este assunto com calma e responsabilidade. Enquanto não houver o encerramento das investigações, não vamos nos pronunciar. E peço para preservarem o momento do jogador", finalizou o Bolívar Llantada.

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