Polícia do Rio apura envolvimento de volante do Fla com milícia

Luiz Antônio e seu pai, Luiz Carlos Francisco Soares, estariam envolvido com uma quadrilha denominada de 'Liga da Justiça'

Ronald Lincoln Jr., O Estado de S. Paulo

11 de agosto de 2014 | 16h49

A Policia Civil do Rio está investigando o jogador Luiz Antônio, do Flamengo, e seu pai, Luiz Carlos Francisco Soares, por causa de uma possível relação dos dois com a quadrilha de milicianos denominada de "Liga da Justiça", que atua na zona oeste da capital fluminense, de acordo com a Secretaria de Segurança do Estado do Rio. Ambos foram intimados, nesta segunda-feira, para prestar esclarecimentos sobre o caso.

O jogador teria presenteado um miliciano com um carro, que, dias depois, teria sido registrado na polícia, por um familiar do atleta - supostamente seu pai -, como roubado para que recebesse o valor do seguro. As informações foram dadas pelo delegado titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE), Alexandre Capote, durante entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo.

O Flamengo informou, por meio de nota oficial, que só se pronunciaria sobre o caso após o fim das investigações. Luiz Antonio não compareceu ao clube nesta segunda-feira porque os jogadores receberam folga após a partida contra o Sport, realizada no domingo, no Maracanã. O atleta deve se reapresentar aos treinos na terça-feira.

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