Edison Temoteo/Futura Press
Edison Temoteo/Futura Press

Polícia prende suspeito de matar fundador da Mancha Alviverde

Moacir Bianchi foi assassinado com 16 tiros em emboscada no bairro do Ipiranga

O Estado de S.Paulo

19 de julho de 2017 | 09h00

A Polícia Civil prendeu na noite de terça-feira o suspeito de matar Moacir Bianchi, fundador da principal torcida organizada do Palmeiras, a Mancha Verde, que depois passou a se chamar Mancha Alviverde. A prisão de Marcello Ventola, de 38 anos, foi realizada  em Osasco, na Grande São Paulo. Ele tinha prisão temporária decretada e foi levado para o DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa), na região central da Capital.

Bianchi foi assassinado com 16 tiros em emboscada no bairro do Ipiranga, Zona Sul da capital paulista, no dia 2 de março deste ano. Horas antes do crime, o palmeirense esteve na sede da organizada, nos arredores do Allianz Parque, onde tentou mediar um conflito interno entre a diretoria de uniformizada e dissidentes. Imagens das câmeras de segurança da via registraram o crime. 

Pelo menos outras duas pessoas participaram da morte de Moacir Bianchi, segundo a Polícia Civil: o motorista do carro onde estava o suspeito de efetuar os disparos e o taxista responsável por bloquear a passagem do veículo da vítima na emboscada.

Moa (como Moacir era conhecido na facção) e outros líderes da torcida fizeram com que a Mancha Alviverde ganhasse a fama de uniformizada "mais violenta do Brasil". Ex-presidente da Mancha, ele participou de conflitos históricos, como a briga na Supercopa São Paulo de 1995, quando o gramado do estádio do Pacaembu foi transformado em um palco de guerra.

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