Polícia procura acusado em Campinas

O inquérito policial sobre a morte do torcedor da Ponte Preta Anderson Ferreira Tomás, de 26 anos, foi transferido nesta quinta-feira do 1.º para o 10.º Distrito Policial de Campinas, que assumirá as investigações do caso porque responde pela área onde ele ocorreu, no Jardim Proença. Até o início da noite desta quinta, o terceiro acusado do assassinato, o presidente da Torcida Independente do São Paulo em Campinas, Marcos Paulo de Moraes, conhecido como Fofo, ainda não havia sido localizado.Moraes foi apontado com um dos autores do crime por testemunhas que o reconheceram em fotografia. Rubens Gomes de Melo, de 25 anos, e Antônio Maria da Silva, de 35, estão detidos acusados do assassinato, ocorrido na segunda-feira de manhã, próximo ao estádio da Ponte Preta. O delegado do 10.º distrito de Campinas, Marcel Trevisan, não foi encontrado para comentar as investigações. O presidente da Torcida Jovem da Ponte Preta, Edson Luiz Gigollotti, lembrou que pelo menos 15 pessoas participaram do espancamento do torcedor. "Vai ser difícil identificar todos. Mas pelo menos dois, que usam a torcida para cometer crime, foram tirados das ruas", disse. Gigollotti avaliou que a vitória da Ponte sobre o São Paulo, na quarta-feira à noite em Campinas, contribuiu para acalmar os ânimos da torcida, exaltados com a morte de Tomás. "Eu acho que ajudou". De acordo com ele, a Torcida Jovem tem entre 5.000 e 6.000 integrantes.

Agencia Estado,

20 de outubro de 2005 | 18h37

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