Ponte cobra dívida de árabes por negociação de Renato

A diretoria da Ponte Preta notificou a Federação Árabe de Futebol sobre o não-pagamento da segunda parcela pelo Al Ittihad ao clube de Campinas, referente à venda do meia Renato na temporada passada. Este é o primeiro passo para o time campineiro retomar o atestado liberatório do atleta.

Agencia Estado

30 de abril de 2009 | 16h55

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Renato foi vendido por US$ 3,05 milhões, cerca de R$ 7 milhões, dos quais R$ 450 mil foram destinados ao jogador, R$ 200 mil para empresários, R$ 200 mil para a Ferroviária e o restante para a Ponte Preta. O primeiro pagamento do Al Ittihad foi feito normalmente, mas o segundo, que venceu em 7 de abril, não ocorreu até o momento.

"Eles comunicaram o atraso e marcaram nova data, no início desta semana, que não foi cumprida. Por isso decidimos notificar a Federação Árabe sobre o ocorrido para a tomada de providências", disse o gerente de futebol, Cláudio Henrique "Kiko" Albuquerque, que pensa em até entregar o caso a Fifa.

"Esperamos que tudo possa se resolver da maneira mais amigável possível, mas, se chegarmos a este ponto, a Fifa provavelmente anulará o negócio sem que tenhamos que devolver a parcela recebida e Renato será repatriado como jogador da Ponte Preta", explicou.

Em relação ao time que enfrenta o Barueri neste sábado, às 18h30, na Arena, pelo jogo final do Título do Interior, o técnico Marco Aurélio não poderá contar com o zagueiro Gum, que foi expulso no primeiro jogo. O experiente Marinho será seu substituto. Como venceu a primeira partida por 2 a 0, a Ponte pode perder até por um gol de diferença que fica com o primeiro título em 108 anos de existência.

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