Ponte e Guarani: situações distintas

Ponte Preta e Guarani vivem situações diferentes neste final de ano. Do lado do Majestoso, a diretoria prioriza as renovações de contratos e já conseguiu acertar com 60% do elenco, o que vai garantir uma base para o técnico Nenê Santana no Paulistão. Do lado do Brinco de Ouro, o rebaixamento para a Série B deixou inviável as renovações e o clube terá que se desdobrar para buscar reforços ao técnico Jair Picerni. ?Mantendo a base já saímos na frente. Depois, com três ou quatro reforços, podemos formar um grupo em condições de realizar boa campanha. O segredo está no planejamento e na organização. Com salários em dia, a cobrança aos jogadores produz efeitos positivos?, diz o diretor Ricardo Koyama, da Ponte.A primeira idéia dos dirigentes bugrinos já caiu por terra: renovar com seus principais jogadores, como o goleiro Jean e o volante Marcos Paulo, além dos meias Harison e Sandro Hiroshi. Ninguém parece disposto a enfrentar a Série B na próxima temporada, exceção ao técnico Jair Picerni, que já tem até ?know-how? com os acessos do São Caetano e do Palmeiras. ?Para mim tanto faz, desde que o clube tenha condições de trabalho: um bom elenco, organização e salários em dia?, diz Picerni. Seu primeiro reforço está definido: é o lateral-direito Michel, revelado pelo Santos e que estava no Goiás. O presidente José Luiz Lourencetti confirmou que o clube fechará o ano com déficit de R$ 29 milhões.

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