Ponte e suas armas no Independência

Animada com os bons resultados nas três primeiras rodadas, a Ponte Preta defende a vice-liderança do Campeonato Brasileiro diante do Atlético Mineiro, neste sábado, às 18 horas, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. As armas do time campineiro são as mesmas utilizadas até agora: muita força na marcação e velocidade contra-ataque. Tanto que o técnico Estevam Soares, em princípio, não gostou da mudança de local do jogo. Ele preferia jogar no Mineirão, com dimensões maiores. "Facilitaria nosso contra-golpe". De outro lado, o trabalho da marcação ficará, em tese, facilitado. "O problema é sair do sufoco que eles podem tentar nos impor", prevê o técnico. A receita é explorar sempre as beiradas do campo para que a saída de bola funcione. A Ponte está com sete pontos, conquistados com duas vitórias em casa, diante do Corinthians e do Goiás, e com o empate sem gols diante do Flamengo, em Volta Redonda. "O empate é bom, mas sempre precisamos pensar em vencer", diz Soares. Sua idéia é manter a mesma base dos primeiros jogos, onde o time se comportou bem principalmente no conjunto. A única baixa é o zagueiro Luiz Carlos, suspenso com três cartões amarelos. Em seu lugar entra Gustavo, zagueiro revelado pelo Guarani, que teve rápidas passagens por Vitória e Goiás. Ele fará sua estréia no clube. No treino tático realizado pela manhã no gramado do Majestoso, o experiente volante Romeu esteve ausente porque estava em estado febril devido uma gripe. Em seu lugar treinou Alan, que pode até aparecer desde o início do jogo. O time, de qualquer forma, não muda o esquema 4-4-2, onde o volante Marcus Vinícius exerce quase a função de um defensor na frente dos dois zagueiros de área.

Agencia Estado,

30 de abril de 2004 | 17h32

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