Victor Hafner/ Divulgação
Victor Hafner/ Divulgação

Ponte não consegue liberar estádio para mulheres e crianças

Punida, equipe campineira terá que jogar com portões fechados

Estadão Conteúdo

12 de maio de 2015 | 20h08

Após ser punida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a Ponte Preta teve negado nesta terça-feira o pedido para liberar a entrada de mulheres e crianças no Estádio Moisés Lucarelli na partida deste domingo, contra o São Paulo, pelo Brasileirão. O clube terá que mandar a partida com os portões fechados.

A Ponte havia sido punida, ainda em dezembro do ano passado, por conta de uma confusão envolvendo sua torcida durante partida contra o Joinville, em Santa Catarina, pela Série B. O clube paulista fora condenado pelo STJD a jogar duas partidas com portões fechados, enquanto o Joinville levou "gancho" de apenas um jogo.

Sem poder contar com sua torcida, a diretoria da Ponte tentou liberar ao menos a presença de mulheres e crianças na primeira partida em que cumprirá sua punição. Mas não teve sucesso. A CBF manteve a decisão estabelecida pelo STJD no fim do ano passado.

"A Diretoria de Competições da CBF indeferiu o pedido, alegando que a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva é soberana e não pode ser mudada. Lamentamos profundamente porque entendemos que esta seria uma solução para que a punição fosse cumprida, mas de uma maneira moderna e inteligente, que traria uma benesse ao futebol brasileiro", disse o diretor jurídico da Ponte, Giuliano Guerreiro.

A segunda partida sem a presença da torcida no Moisés Lucarelli será disputada na quarta rodada, contra a Chapecoense, no dia 30. Já o Joinville cumprirá sua punição neste domingo, contra o Palmeiras.

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