Ponte não teme assédio aos jogadores

Mesmo depois de ficar quatro rodadas na liderança isolada do Campeonato Brasileiro e chamar a atenção da mídia nacional, a diretoria da Ponte Preta não teme pelo assédio de seus jogadores. Para o vice-presidente de futebol, Marco Antônio Eberlin, "ninguém é insubstituível" e qualquer jogador que representa entrada de receita para o clube será importante na contabilidade.Mas todo desprendimento do dirigente vem acompanhado de que a situação do clube é estável "e hoje em dias os jogadores pedem para ficar no grupo". O caso mais recente é do centroavante Kahê, que teve papel fundamental junto ao seu empresário para não deixar o país. Havia uma proposta oficial de um time turco no valor de US$ 1,5 milhão. Artilheiro do time, com sete gols, Kahê não quer deixar o país agora. Já o seu empresário, Wágner Ribeiro, o mesmo que representa Robinho, do Santos, não quis pagar os US$ 250 mil que a Ponte teria direito na negociação, esperando o término de seu empréstimo em dezembro. A Ponte até queria fechar o negócio. "Realmente a proposta aconteceu, mas a negociação não evoluiu. Mas se o Kahê tiver que sair, nós temos peças de reposição como o Evando e o Frontini", argumentou Eberlin.Na última semana, notícias sobre uma eventual saída do volante Ângelo tumultuaram o ambiente no Majestoso. Segundo informações, o Necaxa, do México estaria interessado na sua contratação. Durante este Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta perdeu dois titulares: o meia Harison, que foi para o União Leiria, de Portugal e o atacante Roger, que foi para o São Paulo.

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