Ponte Preta ainda sonha com um meia

Líder isolado do Campeonato Brasileiro, com 23 pontos, a Ponte Preta prega o futebol solidário. Acompanhado do discurso de "pés no chão" a comissão técnica sonha encontrar um meia capaz de substituir Harison, negociado com o União Leiria, de Portugal. Não há nomes e os dirigentes até aceitam sugestões para atender ao sonho de consumo do técnico Vadão."Infelizmente há carência no mercado. Os melhores meias estão empregados, mas estamos fazendo alguns contatos e se encontrarmos algum jogador dentro dos nossos padrões não vamos medir esforços", prometeu o vice-presidente Marco Antônio Eberlin. O clube tentou Vélber, do São Paulo, e Rodriguinho, do Atlético Paranaense, mas sem sucesso.Para Gersinho, auxiliar-técnico e braço direito de Vadão, "falta agora uma peça chave, porque nas demais posições estamos bem servidos". Ele lembra ainda que Evando, que marcou o gol da vitória sobre o São Paulo, tem atuado "no sacrifício" por ser um atacante nato. Ele já tinha sido titular na vitória sobre o Juventude, por 3 a 1, em Caxias do Sul (RS).Não está descartada, inclusive, uma experiência com dois atacantes, numa variação do esquema 4-5-1. Neste caso, quem poderia ter sua chance é o centroavante Frontini, ex-Marília, que tem sido destaque nos treinos. Mas, em princípio, o time sofrerá apenas uma mudança para o jogo contra o são Caetano, sábado à noite, no ABC. O lateral-direito Rissut, que cumpriu suspensão automática, vai voltar no lugar de Luciano Baiano.Os jogadores voltaram aos treinos nesta segunda-feira à tarde, movimentando-se fisicamente sob o comando de Luís Fernando Goulart. Nesta terça-feira à tarde os jogadores reservas participarão de um jogo treino contra o Atlético Sorocaba, que se prepara para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.