Ponte Preta antecipa viagem para fugir da pressão

Para dar tranquilidade ao elenco, a comissão técnica da Ponte Preta resolveu antecipar a viagem a Campina Grande, além de esconder os treinamentos antes do confronto contra o Campinense, nesta sexta-feira, às 21 horas, pela 30.ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

AE, Agencia Estado

13 de outubro de 2009 | 18h02

A delegação ponte-pretana deixará Campinas na manhã desta quarta-feira e deve realizar alguns treinamentos específicos e secretos no Nordeste. Na nona colocação, com apenas 40 pontos, a Ponte Preta ainda busca um técnico para o restante da temporada. Após a saída de Márcio Bittencourt, o coordenador técnico Wanderley Paiva assumiu o comando interinamente. Segundo ele próprio, seria apenas por três jogos. Por enquanto, não há possíveis substitutos.

Paiva não divulgou a lista dos relacionados, mas quem pode reaparecer é o meia Leandrinho, que, machucado, não atua desde o Campeonato Paulista. O lateral-direito Edilson e o volante Pirão voltam após cumprirem suspensão e devem ser titulares. Em compensação, a Ponte não contará com os zagueiros Jean e Dezinho, o volante Deda e o meia André, todos suspensos após o empate por 1 a 1 com o líder Vasco.

Como o gol vascaíno saiu num pênalti inexistente, o vice-presidente Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, não teve dúvida em dizer que "a Ponte foi assaltada". Por isso, nesta terça-feira, encaminhou protestos formais à Federação Paulista de Futebol (FPF) e a Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem. O alvo é o árbitro paranaense Edivaldo Elias da Silva.

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