Victor Hafner/Divulgação
Victor Hafner/Divulgação

Ponte Preta busca a regularidade em jogo com o São Paulo

Time de Campinas recebe partida em casa para tentar embalar

O Estado de S. Paulo

15 Março 2015 | 07h00

Apesar da boa campanha no Campeonato Paulista, a Ponte Preta busca a regularidade para o jogo contra o São Paulo. Os próprios jogadores concordam que o time se acomodou em alguns jogos, quando estava em vantagem. O jogo vai ter esquema especial de venda de ingressos, com restrição ao horário de funcionamento das bilheterias do Estádio Moisés Lucarelli. 

O técnico Guto Ferreira quer um time ligado os 90 minutos. Ele contará com alguns reforços importantes. Após cumprirem suspensão, o volante Bruno Silva e o meia Roni voltam ao time. O mesmo acontecerá com o atacante Rildo, fora das últimas cinco rodadas por lesão muscular. O lateral-esquerdo Rodrigo Biro, com virose, ainda é dúvida.

O jogo também mobiliza a Polícia Militar, que, por questões de segurança, pediu que os ingressos fossem vendidos até as 13 horas nas bilheterias do campo e nos demais pontos de venda. Normalmente, os ingressos costumam ser vendidos até o final do primeiro tempo dos jogos. A determinação vale para as torcidas mandantes e visitantes. 


A medida da PM foi justificada pela preocupação com a segurança, uma vez que hoje haverá manifestações contra o governo em todo o País. Isso, porém, não alterou o número de policiais designados para a segurança deste jogo: 160 homens. 

Só com segurança – os policiais são pagos – a Ponte calcula gastar R$ 36 mil. E as restrições em relação à venda de ingressos abrem a perspectiva de um público bem menor. A expectativa é em torno de cinco a seis mil torcedores, metade do que o estádio receberia sem as mudanças impostas pela PM.

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