Ponte Preta entra com representação na CBF contra arbitragem de jogo contra Inter

Presidente da equipe, Vanderlei Pereira, questiona a atuação de Leonardo Cavaleiro

Estadão Conteúdo

25 de julho de 2016 | 19h05

O empate com o Internacional por 2 a 2, no último domingo, ainda não foi bem digerido pela Ponte Preta, principalmente por conta dos erros cruciais do árbitro carioca Leonardo Cavaleiro. Além de cumprir a promessa e entrar com uma representação pedindo para o árbitro não apitar mais nenhum jogo do clube, o presidente Vanderlei Pereira entrou nesta segunda-feira em contato com a Federação Paulista de Futebol (FPF) e Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para tratar diretamente do assunto.

"Falei longamente com o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, e com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Ambos já sabiam o motivo da minha ligação, pois viram imagens na televisão sobre o que ocorreu. Eles entenderam nossa queixa como legítima. O Del Nero disse que estará aguardando a representação oficial para tomar as medidas cabíveis", comentou o dirigente do clube.

A diretoria reclama de um gol não validado, quando a bola de Maycon entrou ainda no primeiro tempo, e de dois pênaltis não marcados - um toque na mão de Anselmo dentro da área e uma falta do zagueiro Paulão em cima de Rhayner.

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Em meio a essa polêmica, a time volta as suas atenções para a partida desta quarta-feira contra o Figueirense, às 19h30, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), pelo jogo de volta da terceira fase. Em Florianópolis, os dois times empataram sem gols. Novo empate por 0 a 0 leva a definição da vaga para os pênaltis. A igualdade por um ou mais gols é favorável ao time catarinense, que marcaria gol fora. Por isso, a Ponte Preta pensa mesmo em vitória para chegar às oitavas de finais e ficar entre os 16 melhores times da competição.

Dois jogadores já estão fora dos planos do técnico Eduardo Baptista por terem atuado em outros clubes: o atacante William Pottker, que defendeu o Linense, e o volante Wendel, que já atuou pelo Goiás. A ideia inicial é usar força máxima, poupando um ou outro jogador que esteja mais desgastado.

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