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Ponte Preta estreia no Paulistão com portões fechados

Corpo de Bombeiros não libera o Moisés Lucarelli para o acesso de torcedores em jogo com Ituano

AE, Agência Estado

17 de janeiro de 2014 | 19h52

CAMPINAS - A diretoria da Ponte Preta iniciou 2014 cometendo os mesmos erros de 2013. E isso não é mera figura de linguagem. Assim como no ano passado, o time de Campinas teve o Estádio Moisés Lucarelli vetado pela Federação Paulista de Futebol (FPF) para a estreia do Campeonato Paulista contra o Ituano, neste domingo, às 19h30.

Se em 2013 estreou contra o Mogi Mirim em Americana, desta vez a Ponte terá de jogar contra o Ituano com portões fechados. "Está confirmado. O Corpo de Bombeiros alegou não haver tempo hábil para enviar o laudo ainda hoje (sexta-feira)", lamentou o presidente Márcio Della Volpe.

O veto do estádio foi fruto de uma interpretação equivocada dos dirigentes campineiros. "Eu assumo a culpa. Fizemos uma alteração nos parapeitos (aumento de 15 centímetros), mas na verdade eles queriam uma correção na parte debaixo", explicou Della Volpe, sem revelar detalhes.

Problemas com o Moisés Lucarelli não são novidades na Ponte. Além de estrear no Paulistão de 2013 em Americana, o time também precisou fazer o primeiro jogo do Brasileirão sem a presença de torcedores do São Paulo. Isso porque o setor de visitantes passava por obras.

Nas semifinais da Copa Sul-Americana, a Conmebol também vetou o estádio, já que o mesmo não possuía a capacidade mínima prevista no regulamento que era de 20 mil lugares. O duelo acabou acontecendo no Estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim.

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