Ponte Preta foca nas jogadas aéreas e terá três novidades contra o São Paulo

Não será por falta de treinamentos que a Ponte Preta irá falhar nas jogadas aéreas defensivas contra o São Paulo, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Nas últimas quatro partidas, o time sofreu seis gols pelo alto. Os números preocupam o técnico Guto Ferreira, que insistiu neste tipo de jogada nos trabalhos da semana e espera ver evolução no jogo deste domingo, em Campinas.

Estadão Conteúdo

15 de maio de 2015 | 18h33

Desde o fim do Campeonato Paulista, a Ponte Preta fez quatro jogos e sofreu oito gols no total. Na derrota para o Orlando City, nos Estados Unidos, por 3 a 2, foram dois gols sofridos de cabeça. Depois, vieram mais dois de bola alçada contra o Moto Club nas vitórias por 2 a 1 (no Maranhão) e por 4 a 1 (em Campinas), pela Copa do Brasil.

No empate com o Grêmio por 3 a 3, na estreia do Brasileirão, em Porto Alegre, foram mais dois. "É um índice muito elevado. Treinamos algumas situações de posicionamento para corrigir estes erros", destacou o treinador.

Contra o São Paulo, Guto Ferreira apostará em uma formação mais ofensiva. Para isso, o atacante Diego Oliveira entra na vaga do volante Paulinho. O atacante Rildo, com dores musculares, também sai para a entrada de Felipe Azevedo. Já o zagueiro Tiago Alves, suspenso por expulsão, sai para a entrada de Renato Chaves.

Punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a Ponte Preta fará dois jogos com portões fechados. O primeiro diante do São Paulo, neste domingo, e o segundo contra a Chapecoense, no próximo dia 30, pela quarta rodada. Isso porque a sua torcida se envolveu em confusão na 35.ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, no ano passado, contra o Joinville, em Santa Catarina.

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