Ponte Preta ganha tranquilidade após vitória e adia escolha de técnico

Comandante do Goiás, Gilson Kleina é o mais cotado para a vaga

O Estado de S.Paulo

06 de março de 2017 | 20h06

A Ponte Preta começou a semana em calmaria depois de viver os últimos dias numa gangorra entre o céu e o inferno. A eliminação na Copa do Brasil, quinta-feira, nos pênaltis, para o Cuiabá, determinou a queda do técnico Felipe Moreira. Mas a vitória sobre o Ituano, por 1 a 0, domingo, deixou o clima mais leve, com a liderança do Grupo D do Campeonato Paulista, com 14 pontos. O novo técnico deixou de ser prioridade máxima.

Mas o que não faltam são especulações. O mais cotado era Doriva, que passou pelo clube em 2015, dirigiu o time por 15 jogos e se transferiu ao São Paulo. Osvaldo Alvarez, o Vadão, ex-seleção brasileira feminina, aparece como de agrado da torcida, mas ainda não foi procurado pela diretoria. Ele trabalhou no clube por três vezes, a última em 2014.

O mais cotado de momento é Gilson Kleina, que dirige o Goiás. Em suas duas passagens pelo clube ele se tornou o técnico de maior permanência na "Era Carnielli", que comanda com seu grupo o clube desde 1997. São 115 partidas em três temporadas e 57% de aproveitamento, com 48 vitórias, 32 empates e 35 derrotas.

O elenco volta aos treinos nesta terça-feira e vai trabalhar sob o comando de João Brigatti, auxiliar fixo da Ponte Preta. No próximo domingo o time campineiro vai receber o Corinthians, pela oitava rodada do Paulistão.

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