Ponte Preta justifica venda de Renato Cajá para diminuir déficit na temporada

Perder o meia Renato Cajá não estava nos planos da Ponte Preta. Mas como a negociação e sua ida para o Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos, foi inevitável, o clube pretende usar o dinheiro da multa rescisória para diminuir o déficit de cerca de R$ 8 milhões previstos para a temporada de 2015.

Estadão Conteúdo

15 de julho de 2015 | 21h05

O Sharjah FC desembolsou US$ 2 milhões - pouco mais de R$ 6 milhões - por Renato Cajá. Deste total, a Ponte Preta ficará com R$ 2,5 milhões por deter 40% dos direitos federativos. "Nossa intenção é manter todas as peças do elenco, mas com certeza este dinheiro vai nos ajudar a quitar algumas dívidas e pagar alguns salários", afirmou o gerente de futebol Gustavo Bueno.

Antes de Renato Cajá, o time de Campinas já havia negociado o volante Alef com o Braga, de Portugal, por 1,5 milhão de euros - pouco mais de R$ 5 milhões. O clube tinha direito a 55% e, portanto, abocanhou algo em torno de R$ 2,8 milhões pelo negócio.

Além destas negociações, a diretoria ainda aposta na verba do novo patrocinador master e outras receitas extras para tentar fechar o ano no azul. Entre estas receitas estão a venda do mando de jogo contra o Palmeiras, que aconteceu em Cuiabá, por R$ 850 mil e o parcelamento da dívida de R$ 500 mil do Corinthians pelo empréstimo do volante Ferrugem, em 2014.

A preocupação em justificar seus gastos parece ter sido forçada pela queda de produção do time no Campeonato Brasileiro, que nos últimos sete jogos somou apenas cinco pontos, caindo para a 10.ª posição. No final de semana, a Ponte Preta vai enfrentar o lanterna Joinville, em Santa Catarina, pela 14.ª rodada.

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