Ponte Preta lamenta decisão do STJD

Em Campinas, os dirigentes da Ponte Preta voltaram a lamentar a decisão de hoje do STJD, que retirou mais três pontos do clube - conquistados na vitória sobre o Juventude - por ter utilizado irregularmente o volante Roberto. Antes, a Ponte já javia perdido o ponto do empate com a Inter, pelo mesmo motivo. O vice-presidente Marco Antonio Eberlin acredita que seu clube está sendo perseguido pelo Clube dos 13, depois que relutou em assinar o contrato referente ao rateio da televisão. A Ponte só vai receber cerca de R$ 300 mil por mês. À parte da revolta, o deputado Sebastião Arcanjo, do Partido dos Trabalhadores, voltou a manifestar sua intenção de entrar com uma ação popular na Justiça Comum. O clube, porém, evita comentar o assunto, temendo represálias da CBF e da Fifa, entidades que organizam o futebol. Resta ao time campineiro um recurso, embora não haja muita esperança de reverter a decisão tomada pelo Tribunal. Já existe um recurso sobre a decisão anterior, relacionada ao Inter, mas que ainda não tem data definida para ser apreciada. A Ponte foi defendida hoje pelo advogado paulista Marcelo Góes, que bateu na mesma tecla do julgamento anterior. Segundo ele, o clube não tinha sido notificado sobre a punição do jogador e seu nome constava no BID (Boletim Informativo Diário).

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